A hipertensão arterial ou, simplesmente pressão alta, é gatilho certo para uma série de males - e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. “Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro” explica o cardiologista Enéas Rocco.
A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.
“Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal” , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.
Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia. Fonte: Minha Vida
Entendendo Melhor Alimentos “Diet” x “Light” x “Zero”
Zero o que?
“Os produtos zero não possuem muita diferença quando comparados aos produtos diet, ou seja, há uma isenção em algum dos seus componentes nutricionais, que podem ser açúcar, sal, proteínas ou gorduras”, explica a nutricionista Paula Cristina da Costa, do centro de diabetes da Unifesp. O ideal é sempre dar uma boa olhada no rótulo para descobrir a que redução ele se refere. Muitas vezes, o lançamento de um produto zero pode ser mais jogada comercial do que efetivamente uma inovação.
Podem ser mais calóricos
Temos a tendência de achar que quem está de dieta deve optar pelo zero. Porém, a nutricionista alerta: “É muito importante observar que esses produtos podem apresentar mais calorias que os tradicionais, pois podem ser isentos de açúcar, mas apresentar maiores quantidades de gordura, a fim de conferir sabor. Neste caso, os alimentos tornam-se mais calóricos, não sendo recomendados para o controle de peso.
Uma pesquisa realizada na Europa afirma que a carne pode ser a grande vilã na busca do peso ideal
Comer menos carne pode ser a chave para ajudar a manter um peso saudável, dizem especialistas. Um estudo europeu com quase 400.000 adultos descobriu que a alimentação da carne está ligada com o ganho de peso, mesmo em pessoas que ingerem pequenas quantidades de calorias. A associação mais forte foi encontrada na carne processada, como salsichas e presunto. A pesquisa é do Imperial College de Londres, na Inglaterra.
O estudo sugere que dietas baseadas em proteínas podem não contribuir para se atingir o peso ideal a longo prazo. Os resultados, publicados no periódico American Journal of Clinical Nutrition, foram obtidos com base em análise de dados de adultos participando de um projeto maior, que procura entender a ligação entre dietas e o câncer.
Dieta - Proteina - A importancia das proteinas no envelhecimento
No Brasil, em 2008, havia 21 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, superando a população idosa de vários países europeus, como a França, a Inglaterra e a Itália, segundo a Síntese de Indicadores Sociais divulgada em outubro de 2009 pelo IBGE. Com o envelhecimento, existe uma maior incidência de perda de massa muscular e óssea, o que pode aumentar o risco de sarcopenia e osteoporose. À medida que o número de pessoas mais velhas continua crescendo, a sarcopenia e a osteoporose deverão se tornar cada vez mais preocupações de saúde pública.